Temer diz em programa de TV que não é satanista: “Isso é muito grave, te atinge moralmente”

Quem não lembra dos boatos que surgiram anos atrás, durante as eleições, de que Michel Temer seria um satanista? As chamadas “fake news” ou, falsas notícias, quando bem divulgadas por algum motivo permanecem durante anos repercutindo e dando muito o que falar. Esse é o caso do suposto envolvimento do atual Presidente com o satanismo.

Logo na estreia do programa de TV Amaury Jr., no último dia 27 na Band, o convidado foi o Presidente Michel Temer. Entre as pautas discutidas durante a entrevista, como a Reforma da Previdência, surgiu a famosa “fake news”, notícias falsas ou distorcidas divulgadas indiscriminadamente sobre algum assunto.

O Presidente se mostrou incomodado com o assunto e a repercussão que ele ganhou, dizendo ter sido atingido moral e espiritualmente. Comentando o boato, ele disse que “foi uma coisa brutal, eu tive que organizar um grupo muito grande para combater esta questão. Eu que sou religioso e vou a missa desde os sete anos de idade”.

Ninguém sabe ao certo como surgiu esse boato. Como é caraterístico de notícias falsas, há muito mais repercussão do que dados confirmando o boato. Um suposto ex-satanista, autor de um livro, seria a fonte da informação, mas até isso também não pôde ser confirmado, ficando mesmo no vasto e fértil campo da especulação essa associação de Temer com o satanismo.

“Uma ou duas coisas pessoas colocam isso na internet e começa a se propagar e ganha foros de veracidade. Isso é muito grave, te atinge moralmente, te atinge religiosamente e te atinge pessoalmente”, disse Temer, que durante a entrevista disse que é preciso haver providências para que as falsas notícias não se propagem.

Na ocasião, Temer também aproveitou para falar da reforma da previdência, o que alguns analistas políticos consideram uma estratégia do Presidente, ir à programas populares de TV como forma de tornar o assunto mais compreendido, bem como de favorecer a sua popularidade entre o público.

Para assistir a entrevista completa, clique aqui.

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